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ESCREVENDO O TEMPO


 
 

Em Fuga

Fuga

Para arrepender-se basta amar, e amar de repente

Nada do que houver será passageiro

Amar é tão inédito

Um ato brejeiro

Transparente

 

É como pensar que o mundo finda só quando se quer

Aposta-se a vida num segundo

Ainda que morre-se aos poucos

Sem ser moribundo

Sofrer

 

É com pesar que as flores também quedam sozinhas

É como um perdão sem sentimentos

Deixar que o tempo veja

Tantos lamentos

Linhas

 

Nada na confusa perda apocalíptica cura um adeus

Os dias passarão sem se entender

Difusa será a saudade

Seria bom pouco viver

Deus!

 

Assim seja, agarra-se à sanidade para extorquir uma afeição

Tão difícil sonhar o que passou

Lealdade é este amor

Foi o que restou

Cadê o chão?

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h22
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Como Fazer a Paz

 

 

Assim, repentinamente creio pouco

Que haja fé no absurdo

Mas se o dia for longo

Todas as vidas assim vivendo...

Creio em tudo o que me for dito

Que a dor passa com o tempo

Mas nunca o tempo traz uma dor

Aprendi

Que o impossível está disponível

Mas sem fé nada se dispõe... 

Assim, sensivelmente, sou até feliz

Posto que haja desafios

Pegadas para consertar

E a intenção humana para a paz...

Sorrir e compreender-se

Que o sorriso pode até ser triste

Mas a tristeza não sabe rir

Aprendi

Que o amor existe antes da matéria

Mas sem fé nada se concretiza 

Assim, indubitavelmente, existe a paz

Na sede que posso saciar

Na fome que posso suprir

Em toda a humildade que colho e dou...

Assim cultiva-se um pensamento divino

Pois nem sempre o aceno é adeus

Nem em toda despedida dá-se a mão

Aprendi

Que estar em paz é viver ao todo

Mas com egoísmo não se constrói paz. 

Que como mulher gesto a vida

Faço andar a inocência

Carrego o pranto das estrelas

E para a dor dou guarida 

Que como mulher sou as estações

Faço sorrir a paciência

Carrego o amor com as duas mão

E para as dúvidas gero opiniões 

Que como mulher cultivo a paz

Faço brotar a caridade

Carrego toda a esperança para o fraco

E tudo o que é mau ficará para traz.

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h37
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Idade do Tempo

 

O sol vai derramando calor

Assim como a fonte desce o morro

Assim também o tempo

Vai escorrendo aos poucos

Levando sol e fontes

Pelas vidas...

 

E dizem que é necessário viver intensamente

Enquanto que viver já é intenso

Tanto que, às vezes questiona-se ao tempo

Se não seria ele um vigilante

Que fica à espreita como cômico

A dar gargalhadas...

 

Quanto é belo o sorriso da esperança

Que vai abonando dias e noites!

Num destino caricaturado

Repleto e perplexo com o tempo

E vão desgarradas as tantas possiblidades

Então não seria a infância a melhor idade?

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h09
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Lenço de Chorar

 

Numa gaveta guardo meu lenço de chorar

Neste meu mundo desatento

Onde tudo passa, tudo vive

Mas tudo vai embora como o vento

 

É uma gaveta repleta de dias bonitos

Sem pesadelo ou tormento

Onde deposito qualquer lágrima

Até um prodigioso invento

 

Tentei guardar músicas junto à gaveta

Em vão, meu lenço é um luxento

Parece-me um disparate

Mas entre a dor e a alegria há aliciamento

 

Há acordos nestas dobras brancas

Onde deposito um verso lento

E um dia bate uma saudade louca

E vem um choro como alimento

 

Não estou só com um lenço guardado

Há muitos no mesmo abatimento

Ficar um dia triste faz bem à alma

Só por uma dia, o céu fica cinzento

 

Ao embalar um pingo de pranto

Neste lenço vil e ciumento

Concordo com tantas verdades...

Que até meu coração frequento

 

E se a madrugada chegar bem desinibida

Trazendo o orvalho sonolento

Ainda me deito numa sonata

Onde adormeço sem acanhamento.

 

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h28
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Pedinte

 

Nem sempre um mendigo quer alimentar-se

Nem sempre a água lhe sacia a sede

Nem sempre um teto lhe serve

Nem sempre quer caridade

Nem sempre é solitário

Nem sempre é pobre

Nem é para sempre.

 

Que sempre desejará perambular no mundo

Que sempre esteve farto de verdades

Que sempre a piedade lhe cai bem

Que sempre sente saudade

Que sempre está calado

Que sempre é dócil

Que é para sempre

 

Existe sempre uma estação que lembra o frio

Existe sempre tudo fora do tempo

Existe sempre uma amenidade

Existe sempre o alheio

Existe sempre nada

Existe sempre a si

Existe sempre

 

É para sempre o destino que finge omissão

É para sempre o porquê de viver à toa

É para sempre pedir um abraço

É para sempre dançar ao léu

É para sempre sonhar só

É para sempre um tudo

É para sempre ser

 

Nem sempre tão pobre, rico, mas humilde

Nem sempre bebendo água da chuva

Nem sempre crer em esmolas

Nem sempre pedir para si

Nem sempre ver outrem

Nem sempre só ouvir

Nem sempre assim.

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 19h37
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Amargo Amor

 

 

Doce esperança que te faz sorrir à toa

Move o galho robusto

Faz andar a vida de forma ilícita

Tão doce és!

Mas que amargo teu olhar!

Porque possuis a distância

Me trazes o tempo mais infiel

Teu sorriso é fel

Meu paraíso perdeu a infância

Se me pedires que te deite amor

É porque perdestes a consciência

És o prólogo

Mas jamais serás um epílogo

Não és amor verdadeiro

Guarda-me o sono em vão

Como homem sem noção

Num sonho derradeiro

Vens de longa saudade, oh imaturo!

Acenas às estradas e ao dia

Quão louco és!

Mas que lucidez teu devaneio!

Ouve, há silêncio na dor

Um soluço é para sempre

Deixa que eu te adentre

Porque pouco sabes de amor.


 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 17h29
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Contratempo

 

Nada é perfeito, nem o que foi, é ou será

Por que será?

Teria sido o tempo, um contratempo?

Ou as eras desunidas fartaram-se da paciência...

Ou os homens exigiram demais...

Ou a Terra ainda gesta a perfeição...

 

Então, já que o pensamento sempre existiu

Por que ninguém ouviu

Que a vida ainda chega e já vai de partida?

É tão rápido nascer como um qualquer...

É tão nefasta e demorada a guerra...

É tão fácil saber que Deus existe...

 

Triste é tudo o que está fora dos rumos

Por que a felicidade é feita de resumos,

Se o bem volta e o oposto revolta?

Não há espaço para pouco raciocínio...

Não é correto guardar às portas secretas...

Não oculta-se a caridade.

 

Verdade é quando questiona-se às paixões

Seriam elas alucinações?

Uma inútil perfeição dentro de uma afirmação

Quando n’alma escrevem-se poemas

Quando basta um olhar para sorrir

Quando tudo o que vive está existindo...

 

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 19h32
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Sombra

 

É relevante que a vida me exija tormentos

Então eu os crio

Adoto

E até empresto

Meus tormentos são cômicas passagens de tempo

 

As certezas imprimem ares deveras corretos

Muito casmurra

Repudio

Sou uma jovem

Não estão corretos os passaportes dos meus dias

 

Quantos ocasos tentei pintar nas fotografias sem cor!

Todas falavam do sol

Imaturo

Enfeitado em demasia

Privou-me da cor que meus olhos já conheciam

 

Não sei diferenciar uma saudade de uma espera

Então deixo passar

Ando

Vou encontrar minha sombra

Que está à espera de mim numa solitária estação

 

E já passei por tantas ventanias que desisti do cabelo

Está preso por aí

Como crina

Como uma bandeira

É um cabelo ralo, branco, e assentado sobre as brisas

 

E assim com vagar me somo a uma canção

Que os elementos conhecem

Reflito

Que sombra eu seria

Se esta canção existisse aquém da lua, do sol....

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 17h57
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Ontem

Estas histórias que os homens contam

De passados que ainda não passaram

Continuarão a descrever o que já foi

Mas não conseguem contar o que ainda existe

Tão fácil falar de passados

Valores que os tempos não confirmaram

 

Quanto empenho em dedicar-se às datas

Elas jamais existiriam se estivessem sozinhas

É tão penoso pensar em histórias sem fim

Em tempos impossíveis de controlar

E tudo acontece ontem

Vidas, mortes e fugas, são ladainhas

 

Bem-vindos os dias que se repetem

As noites que arrastam sonhos imaturos

É quase fatal a dúvida de amanhecer

Quando o sol vai embora por trás das nuvens

É um querer tudo hoje

Tão antigo este ontem como todos os futuros

 

As histórias acontecem porque a vida exige

Não é acaso, não é destino, é um caos organizado

Que não sabe exigir direção

Vai deixando passar todos os passados

Para não reter nenhuma farpa

E se emendar num êxtase alienado

 

Pois é assim que a vida deve orientar-se

Sem alterar o bem e o mal que une a glória

Não existe um mundo que viva só de flores

Nem existirão dias que só guardam passados

Mas há tantas esperanças por aí...

Que é impossível não existir um pouco de vitória.

 

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 18h09
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Neblina

Na região da Serra do Sul do Rio Grande Sul existe o que se pode denominar de um pedaço da Europa gelado, a estação do inverno.

É paisagem bonita, até linda, quando neva.

Em Caxias do Sul, por exemplo, na época da estação do frio, é constante a neblina ou a cerração, mais comumente dita. Um fenômeno que, ao anoitecer, nos causa um ar de mistério, quase que não existem distâncias entre a claridade de uma lâmpada de rua e nossa mão. E quando há silêncio, parece-nos escutar que chove, mas são gotas desta umidade que tombam das árvores, dos telhados... E para quem já leu romances de autores onde esta estação é mais rígida ainda, escritos nos séculos passados, vai aguçar o ouvido e sentir a presença de um coche se aproximar, ou um cavaleiro solitário tomando algum rumo. Fantasias causadas pelo fog, o nevoeiro típico de lá.

Mas aqui em Caxias não há castelos, nem coches, e não é fog. É uma neblina que surge com chuva e até com temporais.

Ah, ouvi dizer de um conhecido que reside em Curitiba o seguinte: “nunca em minha vida ouvi trovejar ou relampear com este tempo todo fechado de cerração”. Pois é, será que não?

E vêm os turistas das regiões do calor apreciar a paisagem do frio, se trancam nos hotéis e ficam olhando para fora, mirando a “paisagem”.

Mas que paisagem, criatura? Não se vê nada com esta neblina, parece que de repente tudo ficou sem cor e borrado, é o mesmo que desenhar algo em preto e depois passar uma borracha suja, um borrão!

Mas não, não diga isto, entre o ver e o sentir há maravilhas, a beleza não possui cores. Nesta época, nossas paisagens são cinza na maioria dos dias de tempo nublado.

Não há monotonia em caminhar sob a neblina, há, sim, que cuidar para não tropeçar em outras pessoas, e isto já é uma aventura. Bem, à noite há outras implicações, apesar de toda luz possuir uma auréola. Numa cidade como esta, existem os oportunistas experientes na profissão da gatunagem. Aí não vale a pena ser um sonhador, a realidade é brutal. Cuidar-se é o essencial.

 Andar de carro torna-se um jogo de adivinha, nem todo motorista está atento, e aí só se descobre que há um carro a nossa frente quando o farol do nosso carro o atinge. Sobressaltos.

E quando amanhece tudo apagadinho, há passarinhos corajosos que cantam como se enxergassem o sol, penso então que se eles sabem conviver em seus ninhos em meio a esta neblina, por que nós, com iluminação e teto, temos o direito de nos queixar?

“O tempo está fechado”, aqui dizem quando não se enxerga quase nada a nossa frente ou a nossa volta, e é fechado mesmo, para a cor, para luz e até param cheiros. Tudo fica úmido, escorregadio... Até um palpite pode transforma-se em discussão, ou seja, questionar. Há os que amam o inverno e há os que o detestam.

 

 



Categoria: cronicas
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h21
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Luzes

É porque a noite tem muita luz

Que a madrugada nunca dorme

Todas as madrugadas da vida

Passam a cogitar os sonhadores

 

Sobre o segredo de seus devaneios

Que ocultam sob o sol

Nas horas indolentes da vida e

Passando os dias a encaixotar tremores

 

Seriam tantos os medos

Se o no mundo não houvesse luz!

Tanto refúgio em asas duvidosas

E pouca música para tantos cantores.

 

Assim brilham todas as vaidades

De um modo fugaz e sorrateiro

Muito riso e pouca imaginação

Infelizmente seguem os predadores

 

Tão pouco sabe-se das cores da luz

Que basta a treva para morrer

Não cerre os olhos, não cale a boca

Para não perderes teus condutores

 

E quando a noite dança no silêncio

As luzes dos dias sagrados

Juntam-se às juras dos esperançosos

Fazendo dos segredos seus cobertores.

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 18h58
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Olhar Inocente

 

Um olhar inocente é calmo como o Universo

Há quem diga que ele clama por inspiração

De algum ponto de partida

E de repente soa como a vida que fica

Num templo onde se juntam as mãos

Para uma escalada definida

 

Nenhuma lágrima turva um olhar inocente

Mesmo que o destino corra em via irada

Existe uma pungência de harmonia

Um contínuo porvir de coragem sedenta

Que toca a alma dos que ainda entendem

É como voar com uma asa em avaria.

 

Há horizontes no olha inocente de quem ama

É um pecado que chamam de livre pensar

Quem dará a paz fazer escolhas!

Pousar na alma de quem não crê e só fala

Há tantos pensamentos para poucas atitudes

Todos escritos e pobres folhas

 

Inocentemente mira-se a existência

Nada perturba as escolhas tão mansas

Nem a distância que já viajante

É nesta Terra que floresce os passos da sabedoria

Com ou sem compreender tanta dedicação

É possível viver para todo o instante.

 

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 22h07
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Ningém

 

Ninguém quer saber

Como é que se fica assim triste

Como se anda assim pobre

Ou assim sem entender

Que nada se modifica

Entre o céu e a terra

Enquanto a vida vive e atua

 

Mas quando o amor se cala

E enquanto ele existe assim à espera

De que o mundo saiba

Que nem toda dor fala

E toda esperança coexiste

Como se não houvesse ninguém

Para tudo saber de todos

 

E só para entender

Que tanto viver só ou acompanhado

Queda-se em partes iguais

Somente para se dizer

Que sonhos e ilusões viram pó

Porque basta a alguém

Que sente a vida no amor...

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h22
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Louca

Se um dia eu ficar louca

Irei usar o pensamento em prol do nada

Nada que eu tenha inventado

Serei tão tantas...

Tão vidas fugindo pelas portas e janelas

Que nem eu saberei se estarei presente

Nos sentidos

Serei eu infinita?

 

Se um dia me encontrarem louca

Saberão que aprendi a orar inerte e calada

Que vi o mundo assustado

Regando plantas...

Que enfeitavam avenidas e ruelas

Como se sonhar em demasia fosse acidente

De sorrisos desvalidos

Não serei maldita?

 

Se um dia me chamarem de louca

Direi que passei pelo acaso sem escada

Voei com o tempo alienado

A cata de heranças...

Mordendo os desertos como as gazelas

Sem deixar meu peito descrente

Confiando em prantos coloridos

Serei alma aflita?

 

Se um dia disser que estou louca

Poderá ser verdade, estarei resguardada

Para o todo inusitado

Como as crianças...

Nada fica solitário trancafiado em celas

Minha loucura será minha confidente

E terei sonhos agradecidos

Não serei só uma visita?

 

 

 



Categoria: poesias
Escrito por Nadilce Beatriz às 21h14
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Para Saber

 

Se soubesses onde estou e para aonde vou

Se soubesses que ainda não amanheceu

Se soubesses que estou andando junto aos cães

Se soubesses que meu tempo parou

Se soubesses que é melhor uma distância

Se soubesses que a saudade é até alimento

Se soubesses que o silêncio nunca está quieto

Se soubesses que todo o dia tenho esperanças

Se soubesses que oro a cada passo dado

Se soubesses que resido ao lado da liberdade

Se soubesses que não tenho medo de tempestades

Se soubesses que descobri o ninho do falcão

Se soubesses que os lobos adormecem sob o sol

Se soubesses que o olhar possui o cheiro do infinito

Se soubesses que encontrei flores felizes

Se soubesses que a vida é só um empréstimo

Se soubesses que defeitos e qualidades são paralelos

Se soubesses que canto e danço com as luas

Se soubesses que pranteio e rio em vão

Se soubesses que o amor é simples como a sede e a fome...

Estarias aqui na beira do rio junto a mim.

 

 

 

 

 



Categoria: prosapoetica
Escrito por Nadilce Beatriz às 15h54
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